O Tex é uma alternativa não poluente, para o transporte público urbano. Trata-se de um veículo que desliza em uma canaleta embutida no asfalto, que se eleva a 3m do chão, através de uma delgada estrutura pantográfica que ocupa uma faixa segregada nas vias existentes, da largura de uma motocicleta. Desta forma, consegue se deslocar em velocidade média de 50km/h, mesmo quando as vias estão completamente congestionadas.
sábado, 30 de abril de 2011
Mobilidade - Iniciativa Suíça
| Uma maneira perfeita de tirar máximo proveito das opções de transporte na Suíça, o Swiss Pass permite que os turistas viajem ilimitadamente em trens, ônibus e barcos, assim como nos transportes públicos em todas as cidades do país. Com este atraente recurso, os turistas viajam a bordo de meios de transportes confortáveis e pontuais, em uma malha com conexões perfeitamente integradas entre si. A partir deste ano, o Sistema de Transporte Suíço preparou uma série de surpresas imperdíveis aos turistas que visitarem a Suíça com o Swiss Pass: para os turistas apreciadores de cultura, o bilhete permitirá simultaneamente acesso a museus, proporcionando entrada franca em mais de 400 museus e exibições na Suíça. Esta seleção inclui alguns dos mais famosos museus do país, como o Museu ao Ar Livre de Ballenberg, o Museu Olímpico em Lausanne e a maior exposição mundial de Paul Klee em Berna, projetada pelo renomado arquiteto italiano Renzo Piano. Para quem opta pelo Swiss Pass, outro diferencial interessante é o desconto de 50% nos bondes, teleféricos e funiculares do país. Através desta oportunidade, os turistas podem contemplar com maior facilidade os inesquecíveis panoramas no topo dos incontáveis cumes eternamente cobertos de neve na Suíça. E como acomodação não pode deixar de ser item principal, as redes hoteleiras Best Western Swiss Hotels, Hotels with a Bookmark, Monotel, Sunstar Hotels, Swiss International Hotels e Swiss Quality Hotels International proporcionam aos passageiros munidos do Swiss Pass reduções nas tarifas entre 10 e 20%. Além disso, os “mochileiros” têm garantido desconto de 50% na terceira noite de hospedagem no mesmo hotel. As tradicionais vantagens oferecidas pelo Sistema de Transporte Suíço para os viajantes com Swiss Pass mantêm-se inalteradas: 15% de desconto por pessoa para grupos a partir de dois turistas, assim como passagem grátis para crianças até 16 anos acompanhadas pelos pais. |
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Série Obra Análoga: Cinemateca Brasileira
Desde a década de 1990, a cinemateca Brasileira ocupa esse conjunto de galpões, onde funcionava o Matadouro Municipal de São Paulo. A fase inicial do projeto data de 1989, no entanto, a partir de 2000, Nelson Dupré comanda as intervenções no complexo. No final de 2003, as atividades dinamizaram-se em várias áreas, incluindo a aceleração da recuperação física das instalações.
O arquiteto preferiu não restaurar o que poderiam ser elementos originais da edificação e sim, 'assimilar e evidenciar as alterações realizadas ao longo dos anos'. Dessa forma concluiu-se um projeto novo em harmonia sem entrar em conflito com o histórico, utilizando principalmente o vidro.
O uso de tecnologia permitiu que as esquadrias de um dos galpões também fossem preservadas, mesmo com a utilização do espaço para sala de projeção, graças as cortinas que possuem um dispositivo que comanda a abertura e o fechamento, para que se obtenha boas condições para a exibição de filmes
Ficha técnica
Cinemateca Brasileira
Local São Paulo, SPData do início do projeto 2000Data da conclusão da obra 2007Área do terreno 23.286,15 m2
Área de intervenção 1.814,44 m2
Equipe técnica
Arquitetura Nelson Dupré (autor); Mauro Pucci (coordenador); Renata Maradini e Fernando Gasperini (colaboradores)Restauro Maria Luíza Dutra
Cinemateca Brasileira
Local São Paulo, SPData do início do projeto 2000Data da conclusão da obra 2007Área do terreno 23.286,15 m2
Área de intervenção 1.814,44 m2
Equipe técnica
Arquitetura Nelson Dupré (autor); Mauro Pucci (coordenador); Renata Maradini e Fernando Gasperini (colaboradores)Restauro Maria Luíza Dutra
A cobertura envidraçada plana, fixada nas paredes com a ajuda
de tirantes, conecta os blocos do conjunto
A caixa de vidro com estrutura metálica, à direita, vai abrigar um café
No anexo, as quase-ruínas da parede lateral, estabilizadas, mantiveram
o aspecto com o qual foram encontradas
As aberturas laterais na Sala BNDES permitem a entrada de luz natural
No acesso, os antigos portões, que impediam a vista do
interior do conjunto, foram substituídos por portas
envidraçadas
interior do conjunto, foram substituídos por portas
envidraçadas
É possível caminhar sobre a cobertura do passeio externo, para fazer a limpeza dos vidros
No salão de eventos, a linha de pilares e vigas metálicos
foi mantida na forma como foi encontrada, incluindo várias camadas de pintura
No pátio (na foto, visto do mezanino do anexo) podem ser realizadas projeções ao ar livre
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Série Obra Análoga: Praça
O projeto desta praça, localizada em Águas de São Pedro em São Paulo, surgiu apartir do projeto do interior do Grande Hotel São Pedro. O Hotel tem seu acesso apartir, do que era antes, uma simples rotatória no final da principal avenida da cidade. Desde o primeiro momento, a equipe de arquitetos contratados atentou para a valorização do local.
Vista aérea evidencia relacionamento da praça com o hotel e a cidade.
O projeto de concepção se estruturou em em dois eixos. Um deles é a continuação à linha da avenida principal e o outro se direciona para o hotel. O primeiro eixo se caracteriza pelo deque e por delimitar a parte estática e a dinãmica da praça. Já o outro, é reforçado pela paginação do piso, pela posição dos bancos e luminárias.
“A praça possui os elementos tradicionais de uma cidade do interior: a fonte e os bancos”, comenta Ferreira. “Só que o desenho é contemporâneo”, completa Martins.Ficha técnica
Praça Otávio Moura Andrade
Local Águas de São Pedro, SP
Início do projeto 2007
Conclusão da obra 2008
Área 3.846 m2
Arquitetura Aflalo & Gasperini e Purarquitetura - Gian Carlo Gasperini, Roberto Aflalo Filho, Luiz Felipe Aflalo Herman e Eduardo Martins (autores); Mirela Rezze, Aline Stievano, Thiago Giannini, Fátima Moreira e Liliane Beloti (colaboradores); Paula Rodrigues de Souza (estagiária)
Praça Otávio Moura Andrade
Local Águas de São Pedro, SP
Início do projeto 2007
Conclusão da obra 2008
Área 3.846 m2
Arquitetura Aflalo & Gasperini e Purarquitetura - Gian Carlo Gasperini, Roberto Aflalo Filho, Luiz Felipe Aflalo Herman e Eduardo Martins (autores); Mirela Rezze, Aline Stievano, Thiago Giannini, Fátima Moreira e Liliane Beloti (colaboradores); Paula Rodrigues de Souza (estagiária)
Árvores de grande porte foram mantidas e outras, plantadas. “Utilizei vegetação silvestre”, conta o paisagista Raul Pereira
Fazendo da água um elemento simbólico, a praça tornou-se referência na cidade
Construído sobre o canal, o deque de madeira marca o eixo principal da praça; os bancos e a paginação do piso indicam o outro eixo
Foram instaladas na praça duas grandes esculturas, de Elisa Bracher (foto) e de Marcelo Nitsche
A praça foi dividida em duas partes: uma é mais estática, com bancos; a outra, dinâmica, tem água e pedras
A fonte é ligada com intervalos regulares
Um dos destaques da iluminação são as luzes sob os bancos
A passarela de brumas é uma das atrações
O piso adotou dois tipos de miracema, enquanto as pedras maiores são de arenito
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Entrevista
José Antônio, 43 anos, comerciante.
O que mais lhe agrada na cidade?
A cidade é agradável mas, falta um pouco de atividade sabe?Mais eventos culturais, shows, restaurantes, bares...
O que te incomoda na cidade?
Essa falta de uma programação, uma 'coisa' que te faça distrair, um lugar diferente, legal, pra sair. O trânsito também é um caos!As pessoas não tem conciência da dimensão que está o trânsito na cidade...São muitos carros para pouco estacionamento, as ruas não conseguem absorver tantos veículos.
O que você procura fora da cidade?
É isso que vou procurar, e encontro, em BH, Ouro Preto, cinema, teatro, bons e variados restaurantes, bares, shows, shopping. Além disso saio para trabalhar, vender meu produto, divulgar minha empresa, comprar mercadorias, visitar clientes...
O que você considera lazer?
Lazer pra mim é distração, uma caminhada, passear, lugares diferentes...
Na cidade você consegue ter esse lazer?
Eu acho que falta investimento nesta parte, a cidade não tem opção de atividade, por isso tantas pessoas saem da cidade para ir à BH ou Ouro Preto, por que aqui na cidade é complicado.
Mora há quanto tempo na cidade?
Moro em Itabirito à 34 anos...
Por qual motivo deixaria a cidade?
Deixaria a cidade para ir para Ouro Preto, essa falta de cultura que sinto aqui, lá eu sei que vou encontrar com mais facilidade e variedade.
domingo, 24 de abril de 2011
Série Obra Análoga: Centro de Montanhismo
Situado na Noruega, o centro possui uma geometria expressiva que é uma interpretação artificial de pano de fundo montanhoso do site. Coberto de uma superfície uniforme, a angularidade da forma quebra a grande massa em uma entidade mais contextual e escalável. O projeto pretende dar a "casa existente um caractere especial que transmite o conteúdo com uma expressão única e existentes", dando o centro de Åndalsnes "um tipo de um edifício."
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| Vista do prédio |
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| Perspectiva 1 |
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| Perspectiva 2 |
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| Mapa de localização |
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| 1º Pavimento |
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| 2º Pavimento |
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| 3º Pavimento |
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| Corte |
Ficha Técnica
Localização: Åndalsnes, Noruega
Programa: reforma total e ampliação do centro já existente
Equipe: D. Reiulf Ramstad, Christian Fuglseth, Atle Leira, Ragnhild Snustad, Christian Dahle, Torunn Steinsheim
Cliente: Centro de Montanhismo da Noruega
Tamanho: 900m2
Ano: Previsão de conclusão 2011
Localização: Åndalsnes, Noruega
Programa: reforma total e ampliação do centro já existente
Equipe: D. Reiulf Ramstad, Christian Fuglseth, Atle Leira, Ragnhild Snustad, Christian Dahle, Torunn Steinsheim
Cliente: Centro de Montanhismo da Noruega
Tamanho: 900m2
Ano: Previsão de conclusão 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Entrevista
Regina, 46 anos, secretária
O que mais lhe agrada na cidade?
Gastronomia, que inclusive deveria ser mais valorizada. POderiam existir mais opções também.
O que te incomoda na cidade?
A forma com que a cidade cresce. Ultimamente a cidade tem se tornado uma bagunça. Aos sábados então é um caos ir ao centro pra fazer qualquer tipo de coisa. O trânsito está péssimo.
O que você procura fora da cidade?
Programas diferenciados. Cinema, teatro, shopping, concerto, produtos baratos, assistência médica, faculdade.
O que você considera lazer?
Lazer é o que me dá prazer, que me faz esquecer das obrigações. Boa comida, livro, cinema, um lugar agreadável para conversar.
Na cidade você consegue ter esse lazer?
Não, a cidade oferece pouquissimas opções de lazer nesse sentido.
Mora há quanto tempo na cidade?
Sempre morei na cidade, ela já melhorou um pouco mas deixou perder muitas coisas, como o cinema, e não se preocupou com o trânsito, por isso essa bagunça de hoje.
Por qual motivo deixaria a cidade?
Sairia da cidade por dinheiro, um bom emprego em outra cidade, mas iria analisar pra ver se ela teria um planejamento, oferece bons itens de diversão.
Série Obra Análoga: SESC Pompéia
O SESC Pompeia é um centro de cultura e lazer em São Paulo, Brasil, que reúne teatros, quadras esportivas, piscina, lanchonete, restaurante, espaços de exposições, choperia, oficinas e internet livre, entre outros serviços. Seu projeto arquitetônico foi desenvolvido pela arquiteta Lina Bo Bardi e inaugurado em 1982. A antiga fábrica de tambores deu origem a um dos espaços paulistas com a mais extensa programação cultural e de maior apropriação popular. Dessa forma, juntamente com o aspecto arquitetônico, tornou-se um dos espaços culturais mais ricos e interessantes de São Paulo e, por que não dizer, do Brasil.
Foto: Acervo Pessoal - Novembro/2009
Foto: Acervo Pessoal - Novembro/2009
Foto: Acervo Pessoal - Novembro/2009
Foto: Acervo Pessoal - Novembro/2009
Foto: Acervo Pessoal - Novembro/2009
Foto: Acervo Pessoal - Novembro/2009
Foto: Internet - Abril/2011
Foto: Internet - Abril/2011
Jaime Lerner - Entrevista
Em entrevista cedida ao jornal o Globo, Jaime Lerner apresenta possíveis soluções para as cidades, com melhorias na qualidade de vida e em moradias.
Segundo o urbanista questões de mobilidade, sustentabilidade e coexistência são essenciais para o planejamento de cidades e/ou bairros, a moradia deve estar próxima à educação, comércio, serviços e locais para eventos culturais e esportivos.
A setorização das cidades só faz aumentar a violência. Esse conceito vale tantos para as atividades de saúde, comércio, educação, esportes e lazer quanto para a questão dos condomínios ricos fechados e os grandes conjuntos habitacionais estigmatizados. Lerner é afirma:"Sou a favor da diversificação. Da mistura de renda, de vida. Essa é a verdadeira segurança."
Na entrevista, o ex-prefeito de Curitiba, considera ainda que a mobilidade é o uso de todos os sistemas de tráfego, coexistindo sem competição, é uma combinação dos sistemas.
A entrevista completa pode ser vista em: http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2009/06/15/jaime-lerner-apresenta-solucoes-em-urbanismo-para-melhorar-qualidade-da-moradia-756344957.asp
terça-feira, 12 de abril de 2011
As cidades e o lazer
Na reportagem intitulada “As cidades hoje em expansão querem mais lazer“, realizada durante a década de 90, dois pesquisadores americanos se dispuseram a pesquisar se equipamentos de lazer são capazes de acelerar o desenvolvimento nas cidades americanas, motivados pelo plano urbanístico de cidades que no final do século 20 tiveram uma grande evasão dos centros urbanos deixando enormes espaços públicos sem uso, mas que com o novo planejamento tornarão estádios de beisebol, aquários, lojas na orla dos rios, atrações bem comerciais. Mas será que essas estruturas são capazes de proporcionar um crescimento populacional? Isso que eles reposderam no estudo “Cidade bela: amenidades do lazer e crescimento urbano” ["Beautiful City: Leisure Amenities and Urban Growth"].
Os pesquisadores descobriram que em cidades americanas que apresentavam espaços para o lazer comercial conseguiram atrair não só muitos turistas mas, também novos moradores nos anos 90, um crescimento de 2%, em relação às cidades que não apresentavam os mesmos tipos de equipamentos. “Uma cidade como a Filadélfia, com tantos indicadores baixos nos anos 70, inclusive em educação, teria se deteriorado ainda mais se não fosse uma cidade atraente, com uma bela arquitetura, dotada de zoológico e também de cultura, com teatros e restaurantes. Tudo leva a crer, com base nos dados, que essas cidades são consideradas atraentes”, diz Saiz.
De acordo com Saiz, embora o objetivo do relatório consista em quantificar a importância das atividades de lazer para o crescimento das cidades desde os anos 90, o estudo oferece provas às administrações municipais de que investimentos em lazer e cultura podem gerar benefícios mais duradouros do que o incentivo para a instalação de empresas. “Nos últimos 50 anos, procuramos levar as empresas para as cidades, mas talvez faça mais sentido levar primeiramente as pessoas para lá. As empresas virão na esteira delas”, afirma Saiz.
“O paradigma mudou”, diz Saiz. “É claro que as pessoas ainda vão atrás do trabalho”, porém o crescimento urbano é cada vez mais impulsionado por outros fatores como o clima e a proximidade de um balneário atraente. “As pessoas são mais ricas hoje do que em meados do século 20, portanto há uma ênfase no sentido de tornar a cidade mais interessante de se viver e de se desfrutar, para a vida em família e para o lazer.”
Para ler o texto original acesse: http://www.wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewArticle&id=1630&language=portuguese
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