segunda-feira, 30 de maio de 2011

Visita Técnica - Entorno da CIIC - Terreno 2

Mapa de identificação dos equipamentos mais próximos.

Vista áerea do terreno

Fachada da CIIC

Fachada da Casa de Cultura



domingo, 29 de maio de 2011

Visita Técnica - Praça da Estação

Vista do Complexo Turístico da Estação

Vista apartir do portal da praça, onde se visualiza ao fundo a ponte da Avenida Queiroz Junior.

Vista do prédio que abriga a Biblioteca Municipal.


Vista do prédio utilizado como Terminal de Informações Turísticas da cidade.

Legislação Pertinente


O Plano Diretor, no macrozoneamento urbano cria as seguintes zonas:Zonas Especiais de Interesse Histórico – ZEIH; Zonas de Uso Misto – ZUM; Zonas de Adensamento Restrito – ZAR; Zonas de Atividades Econômicas – ZAE; Zonas de Proteção Ambiental – ZPA; Zonas de Expansão Urbana – ZEU; Zonas Especiais de Interesse Social – ZEIS; Zonas Especiais de Interesse Urbano-Ambiental – ZEIUA; Áreas Especiais de Implantações Viárias – AEIV; Áreas Urbanas Especiais – URBE. 
Dentre elas focaremos na ZEIH e ZUM, áreas onde estão os terrenos selecionados.


I.Zonas Especiais de Interesse Histórico – ZEIH, compreendem o núcleo histórico
correspondente à ocupação inicial da sede municipal e seu entorno, onde se inserem
edificações e espaços de relevância para a memória e significado simbólico do
Município e seus cidadãos, os quais devem ser protegidos, assim como os espaços
vizinhos, preservando a paisagem e a uniformidade do seu conjunto urbano.

II. Zonas de Uso Misto – ZUM, correspondem às áreas aptas à ocupação urbana
diversificada, conforme os perfis de uso previstos na Lei de Parcelamento, Uso e
Ocupação do Solo, na Sede Municipal de Itabirito e no distrito de Bação, onde as áreas
urbanas estão consolidadas ou em processo de consolidação, permitindo uma
diferenciação do uso, compatível com as características do seu Sistema Viário Urbano
e com a infra-estrutura disponível, implicando em normas distintas quanto ao uso do
solo e quanto aos parâmetros urbanísticos, em função da capacidade de suporte da
região.


 Esses dois macro-zoneamentos são detalhados na Lei de Uso e Ocupação do Solo, e se sub-dividem em:



a) ZEIH – Preservação Rigorosa – ZEIH 1, onde as edificações devem ser protegidas com maior rigor, não podendo ser descaracterizadas, e onde as intervenções devem obedecer a um rígido controle de volumetria, a partir das edificações vizinhas, sendo os projetos de construção ou reforma submetidos à análise do Conselho Consultivo do Patrimônio Histórico e Artístico de Itabirito;

b) ZEIH – Entorno – ZEIH 2, onde as intervenções devem obedecer a uma volumetria de conjunto visando à proteção da ZEIH 1, também se submetendo os projetos de edificação e reforma à análise do Conselho Consultivo do Patrimônio Histórico e Artístico de Itabirito.

Já as Zonas de Uso Misto – ZUM dividem-se em:

a) Zonas de Uso Misto 1 – ZUM 1,

b) Zonas de Uso Misto 2 – ZUM 2,

c) Zonas de Uso Misto 2b – ZUM 2b,

d) Zonas de Uso Misto 3 – ZUM 3,

e) Zonas de Uso Misto 3b – ZUM 3b, permitirão os usos urbanos residenciais uni
e multifamiliares de média densidade, com até 6 pavimentos, os usos econômicos (comerciais de varejo e de atacado, de prestação de serviços e industriais) de porte médio e os usos institucionais.

Dessa maneira, temos que o terreno da CIIC está localizado na ZEIH de entorno e o terreno do Cinepax está na ZUM 3b.

 As tabelas a seguir mostram os parametros de uso e ocupação do solo.



Por se tratarem de prédios tombados pelo patrimônio histórico, além dessas diretrizes cabe aguardar as informações no que diz respito ao patrimônio histórico, ainda não fornecidas.

sábado, 28 de maio de 2011

Visita Técnica - Entorno do Cinepax - Terreno 1

 
Mapa de localização dos equipamentos mais próximos ao terreno.


Fachada do Cinepax.

Imagem do ponto de ônibus (antiga rodoviária) em frente ao Cinepax.

Vista do ponto de ônibus.

Vista da avenida e ponto de ônibus com acesso ao bairro Bela Vista.

Série Obra Análoga: Expominas

Fachada de um dos pavilhões de exposições. O anexo incorporado à lateral 
dos três blocos é um volume limpo, essencial

Projetado na segunda metade da década de 1990, o Centro de Exposições Expominas - que alguns mineiros apelidaram de Uainhembi, em referência brincalhona ao conhecido conjunto expositivo paulistano - foi concluído no primeiro semestre de 2006. O término ocorreu com a implantação de mais dois pavilhões para mostras e do espaço que os conecta à arena de eventos. Mas não se trata de arquitetura datada: a edificação exibe-se em plena forma, tecnicamente avançada e esteticamente contemporânea.

O programa é
complexo tanto pela dimensão - quase 72 mil metros quadrados de área - como pela demanda por uma flexibilidade capaz de atender exposições e eventos de diversas naturezas, incorporando a logística necessária a eles. Penna solucionou-o com traços diretos e uma objetividade que permitiria descrever o conjunto, sucintamente, como três quadrados e um círculo. Não há enfeites, não há excessos. As áreas agregadas não são apêndices, mas instalações que fornecem a essencial infra-estrutura ao centro expositivo.

Implantado no parque da Gameleira, o Expominas tem seu acesso nobre voltado para a avenida Amazonas. Os quatro blocos
construídos se distribuem em lote de 185 mil metros quadrados e foram posicionados na fração do terreno mais próxima da linha férrea - uma passarela de 186 metros, em estrutura metálica, faz a ligação com a estação Gameleira do metrô. As edificações possuem estética industrial, com coberturas metálicas em vãos de 25 metros e fechamentos com telhas termoacústicas do mesmo material. “É uma imagem tecnológica, vibrante, contemporânea e em harmonia volumétrica com os edifícios existentes”, avalia o autor.
 
Encontro das laterais de um dos blocos do complexo expositivo, marcado pela estética industrial

Vista lateral dos pavilhões em direção ao hall de acesso e ao portal (à direita)


 Rampas que partem do portal conduzem aos diferentes pavimentos do hall nobre

Penna afirma que, no projeto, procurou fazer com que tudo contribuísse para gerar e estimular um clima de festa e de amplidão. Nesse sentido, as soluções de arquitetura funcionam a partir do acesso nobre: um portal de 14 metros de altura, que também é um castelo d'água, assinala o eixo principal dos percursos e destaca o caráter grandioso do conjunto. “A visão para quem chega da avenida Amazonas é monumental e alegre”, observa o arquiteto. “As clarabóias de iluminação e de ventilação dos pavilhões, em ritmo, atraem o olhar para o corpo principal do edifício e fazem o jogo lúdico das formas.”

A versatilidade
de uso é uma das principais características do Expominas. Os três pavilhões, com estrutura metálica, têm 75 metros de vão livre e pés-direitos de 17,50 metros. Sua modulação permite diferentes arranjos, em que podem ser montados estandes de cinco metros de profundidade, separados por ruas internas com largura entre três e cinco metros. Cada um dos blocos dispõe de sanitários, lanchonetes e salas para a administração. Essa independência permite a simultaneidade de ocorrência, montagem e desinstalação de eventos. Em acontecimentos de maior porte, os pavilhões podem ser interligados pela abertura de grandes portas acústicas corrediças.

A galeria de acesso
ao conjunto tem a forma de varanda e foi projetada com 15 metros de vão. Essa dimensão permite que o local receba produtos distintos daqueles que são objeto das feiras mas que, por alguma razão, podem se beneficiar dos clientes atraídos pelo evento. Junto à galeria/varanda, mas em cota inferior, ficam os auditóriose as salas de reuniões de apoio às exposições. Essas instalações dispõem de painéis divisórios acústicos que propiciam a montagem de espaços de acordo com as necessidades. São dotadas de sistemas eletrônicos de tradução simultânea, equipamentos de áudio, vídeo e luminotecnia.

Os
subsolos dos pavilhões foram destinados às operações de carga e descarga, além de acomodar contêineres, material de carpintaria, serralheria e reunir espaços para artes gráficas e depósitos dos montadores. Os acessos externos são facilmente identificáveis, o que contribui para a independência da imagem institucional de cada evento. 


A flexibilidade é uma das qualidades do espaço, capaz de receber 
exposições dos mais diferentes temas e produtos


Nas laterais dos pavilhões foram implantadas as instalações que 
fornecem infra-estrutura para os eventos


Os pavilhões permitem a montagem de estandes com até cinco metros de 
profundidade, separados por ruas com larguras variáveis

No auditório, que comporta até 600 pessoas, a iluminação procura criar clima acolhedor





“O resultado é um conjunto urbanísticoarquitetônico digno e eficiente, que se harmoniza com a preservação dos edifícios históricos do parque”, avalia Penna. “Ele está dentro de modernos conceitos de revitalização urbana para configurar um marco da vocação mineira como pólo nacional de exposições e eventos.” Deve ter razão o autor, pois, na inauguração do complexo, o governador mineiro Aécio Neves foi também monumental ao qualificar o Expominas: “É o mais moderno centro de convenções do país e, talvez, da América do Sul”.




 

Série Obra Análoga: Centro Cultural Gabriela Mistral






ORDEM E ORGANIZAÇÃO DE CONSTRUÇÃO 

Horizontalmente, o edifício é organizado em torno de três volumes ou "edifícios" que contêm e representam as três principais áreas programáticas. Estes são, na mesma ordem em que os edifícios, de oeste para leste: O Centro de Documentação de Artes Cênicas e Música (Biblioteca) Sala de Treinamento de Artes Cênicas e Música (Ensaio Quartos, de Museus e exposição) e do Grande Público Hall (Teatro para 2.000 pessoas).
Estes três edifícios a partir do nível do espaço público são separados e podem ser totalmente cercado pelo pedestre para fazer melhor uso do programa, mas em níveis mais baixos estão todos ligados às três formando um único edifício.
As disparidades entre eles tornam-se lugares de estacionamento cobertos, que são os principais espaços públicos virado para a cidade e convidando as pessoas a ocupar um edifício que de alguma forma se confunde com ela. Os dois primeiros volumes, a oeste com a remodelação do edifício existente que sobreviveu ao fogo, enquanto o volume restante para o Oriente (A Grande Sala de Audiências) é um novo trabalho. Verticalmente, o programa dentro de cada um deles vive e se relaciona através halles altura triplo do qual você pode ver o programa e orientação, dentro de cada edifício. Estes Hall relaciona-se diretamente a cada um dos quadrados para que eles são uma extensão deles. Isto é reforçado ainda mais usando o mesmo andar dentro e fora com uma solução estrutural que evite os elementos estruturais verticais neste recinto alcançar um elevado grau de transparência. 









Ficha Técnica
Arquitetos: Cristián Fernández Arquitetos, Arquitetura & Design Lateral (Cristián Fernández Eyzaguirre, Yutronic Christian V., Sebastian Baraona R.)Localização: Santiago, ChileNOME: Centro Cultural Gabriela Mistral, ex - Edifício Diego PortalesArquitetos Colaboradores: Marcelo Fernandez, Carlos Ulloa, Hernán Vergara H., Loreto A. Figueroa, Nicolas Olate Vasquez, Natalia Le Bert, Carbone Nicholas, Juan Pablo Aguilera, Rodrigo Herrera, Eduardo Cid, Medina Sebastian Sebastian Bravo, Warren Ximena, Irene Escobar, Ricardo Alvarez, Borquez Sebastian, Rodrigo CarrionTamanho: aproximadamente 44.000m2.Projeto: 2008Construção: Fase 1: 2009-2010 - 2 ª fase: 2013Fotografias: Pedro Mutis




 


Reportagem completa disponível em: http://www.plataformaarquitectura.cl/2010/08/31/centro-cultural-gabriela-mistral-cristian-fernandez-arquitectos-lateral-arquitectura-diseno/



Entrevista


sábado, 14 de maio de 2011

Série Obra Análoga: Museu, Centro Cultural e Teatro Carabineros de Chile

A nova proposta e renovação do museu histórico nasceu de uma ordem do então general Alejandro Bernales, diretor de Carabineros RIP. A idéia geral era fazer como um desafio para a expansão do museu existente e novas perspectivas de um novo posto sobre o valor patrimonial.
A primeira consideração era vazia, consistia em redesenhar completamente o interior das fachadas de edifícios históricos, reformulando e respeitando a sua disposição espacial e a tinta branca em toda suas fachadas e interiores, estabelecendo a necessária ligação entre o novo e remodelado.
A segunda ação foi a determinação dos elementos arquitetônicos em que foi decidido escavar e colocar edifícios em vários níveis subterrâneos. Com isso temos o duplo objetivo de não tocar o parque e as árvores, posto em prática junto com o valor da casa agora reflete fachadas históricas com dois enormes lagos, em direção à avenida Antonio Varas. 

É um edifício que serve principalmente submergindo, mas permitindo a passagem da luz e do sol através de pátios e terraços, que também permitem o percurso exterior também.
Materialidade: Todos os elementos das fachadas de novos volumes é resolvido através de concreto com dióxido de titânio (para atingir branquear) com placa de cofragem fenólicos facetada módulos de 12 cm de comprimento e variável. As paredes brancas se destacam na abstrata entre o verde das árvores e edifícios cobertas de grama.
Programa: O programa também fornece os showrooms de ambos os museus, escritórios administrativos, o centro cultural, um edifício também parque de estacionamento subterrâneo e um teatro com capacidade para 740 pessoas com caixas de permitir a orquestra e o coro da polícia tocarem juntos. O teatro foi resolvido inteiramente de cedro e telhas onduladas permitir que o som e a visão de excelência em qualquer de seus assentos. A este nível estão localizados um bar e esplanadas de expansão para permitir a ventilação e luz natural.



Ficha Técnica

Arquiteto: Viviani Gonzalo Mardones GMV a equipe do projeto Workshop: Morales Luis Gatto, Britto Rudolph Gonzalo, Falcone Mardones Gonazalo, Jesús María Mardones Falcone, Ramos Manuel Fuentes, Escarate Cristian Martinez, Claudio Fuentes Quezada, Ursic Marechau Emilio, Claudio Leiva Britto. (Arquitetos) Cristián Engenheiro de Porte: Engenheiro Estrutural Localização: Avenida Providencia Antonio Varas, Santiago, Chile  
Antigo Espaço Museu: 1.033,06 m2  
Novo Espaço Centro Cultural (incluindo o teatro): 3620,80 m2  
Teatro Área: 969,97 m2  
Estacionamento Subsolo Área: 2.064,70 m2  
Capacidade do teatro: 724 (cadeiras)  
Estacionamento: 187 carros ao nível da cave + 116 veículos  
Ano de construção: 2010  
Contratante: Companhia de Pitágoras  
Construtor: Sergio Wilson Porter  
Iluminação: Paulo Sir