“Antes de 7h, na hora do almoço e no fim da tarde, quando os trabalhadores deixam as fábricas, a cidade fica intransitável. Não anda nada!”, admite o prefeito, que planeja mudanças para conciliar o trânsito de caminhões e mais de 25 mil carros. Segundo ele, as ruas antigas são estreitas e, por isso, duas avenidas estão sendo construídas para retirar o fluxo pesado da área central.
Em 2009, Nova Serrana era considerada a terceira cidade mais violenta de Minas. O prefeito diz que, atualmente, o município ocupa a 49ª posição no ranking, apesar de ter um policial militar para cada 614 habitantes. “Vamos implementar o programa Olho Vivo e instalar 20 câmeras no Centro e em bairros onde há maior concentração de comércio e incidência de assaltos”, projeta Paulo César de Freitas.
“Passamos aperto na saúde e na educação, mas estou correndo contra o tempo e não vou ficar para trás no desenvolvimento. Prefiro falar dos pontos positivos do nosso avanço econômico. Quando se fala das questões negativas, parece que nosso crescimento fez mal à população e não é. A cidade está valorizada, vivemos no pleno emprego, falta até mão de obra”, exalta. Com relação à saúde, a expectativa é de que até o início do ano que vem estejam funcionando uma Unidade de Pronto Atendimento e duas de saúde básica. Para o prefeito, isso vai desafogar a grande quantidade de atendimentos no único hospital.
O prefeito diz que até 2012 vai investir R$ 300 milhões, verba das três esferas de governo, em obras de infraestrutura.
“Passamos aperto na saúde e na educação, mas estou correndo contra o tempo e não vou ficar para trás no desenvolvimento. Prefiro falar dos pontos positivos do nosso avanço econômico. Quando se fala das questões negativas, parece que nosso crescimento fez mal à população e não é. A cidade está valorizada, vivemos no pleno emprego, falta até mão de obra”, exalta. Com relação à saúde, a expectativa é de que até o início do ano que vem estejam funcionando uma Unidade de Pronto Atendimento e duas de saúde básica. Para o prefeito, isso vai desafogar a grande quantidade de atendimentos no único hospital.
O prefeito diz que até 2012 vai investir R$ 300 milhões, verba das três esferas de governo, em obras de infraestrutura.

Só espero que esses investimentos sejam feitos com planejamento. A maior erro que identifico em cidades, principalmente do interior, que tem uma evolução populacional em curto espaço de tempo é a falta de planejamento dos recursos originados dessas atividades.
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